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Problemas e soluções comuns – Blog Credihealth


Há muitos aspectos do transtorno do espectro do autismo (TEA) que precisam ser abordados. Um desses aspectos é o sono. Aproximadamente 40% a 80% das crianças com diagnóstico de TEA também têm problemas com distúrbios do sono. Aqui, veremos alguns desafios comuns e o que você pode fazer para ajudar seu filho a ter uma boa noite de sono.

Adormecer: transtorno do espectro do autismo

Uma das primeiras coisas que os pais de crianças com ASD podem notar é que eles têm problemas para adormecer. Isso pode ser devido à falta de sonolência na hora de dormir. Existem algumas coisas que os pais podem fazer para ajudar os filhos a adormecerem.

Por um lado, cochilos podem ser uma má ideia se forem marcados para o final da tarde. Isso pode dar energia às crianças na hora de dormir. Se seu filho ainda é jovem o suficiente para incluir cochilos diários em sua programação, guarde-os no início da tarde para que não interfiram no ciclo do sono.

Outra maneira de manter o cronograma de sono-vigília em dia é garantir que seu filho faça bastante exercício durante o dia. Isso, mais uma vez, deve ser equilibrado. Praticar exercícios pela manhã ou à tarde enquanto brinca ao ar livre é uma ótima maneira de estimular um sono mais profundo. No entanto, correr antes de dormir pode deixar as crianças mais acordadas, pois não lhes dá tempo para relaxar.

Os pais também devem ter cuidado com a cafeína na hora de dormir. Neste ponto, é importante lembrar que os culpados do costume, café e refrigerante, não são as únicas fontes de cafeína. Certos chás e junk food também podem conter cafeína.

O ciclo sono-vigília

O corpo de todas as pessoas tem o que se chama de ritmo circadiano. Isso é mais comumente conhecido como ciclo vigília-sono e é o que ajuda a maioria de nós a se sentir cansado à noite e acordar pela manhã.

Para crianças com transtorno do espectro do autismo, uma parte importante para manter esse ritmo é seguir o cronograma. Os horários são extremamente importantes para pessoas com ASD. Uma maneira de fazer isso é construir um rotina efetiva para continuar todas as noites.

Essa rotina pode variar de criança para criança. Afinal, somos todos diferentes e temos necessidades diferentes. Uma boa regra prática é passar de atividades estimulantes, como assistir televisão ou jogar no computador, para atividades mais calmas, como ler ou desenhar pelo menos uma hora antes de dormir. Neste ponto, o jogo “bruto” como a luta livre também deve parar neste ponto.

Cerca de meia hora antes de dormir, é uma boa ideia começar a rotina de “se preparar para dormir”. Por exemplo, a escovação dos dentes ou a hora da história devem ser agendadas para o mesmo horário todas as noites.

Também é importante manter este cronograma consistente. Provavelmente não funcionará ter uma programação diferente durante a semana apenas para mudá-la a cada fim de semana. Será mais eficiente manter as horas do fim de semana e dos dias da semana iguais.

Sensibilidade sensorial

Um problema comum para pessoas com transtorno do espectro do autismo é a sobrecarga sensorial. Isso vem de um excesso de estímulos no ambiente. Portanto, a melhor maneira de combater isso é reduzir a entrada sensorial.

O quarto em que seu filho dorme deve ser mantido em uma temperatura confortável e escura. Se uma luz noturna for necessária, ela deve ser bastante fraca em vez de um ponto brilhante. brilho. A sala também deve ser silenciosa para reduzir a entrada de áudio sensorial.

UMA produto que ajuda muitas crianças com ASD É um cobertor pesado. Eles funcionam bem para reduzir a ansiedade. Isso também foi testado com adultos. No Jornal de terapia ocupacional em saúde mental, os indivíduos receberam cobertores pesados. Para 33%, isso mostrou menor atividade eletrodérmica e, no geral, 78% das pessoas no estudo preferiram dormir com o cobertor pesado como um “modo de relaxamento”.

A hora de dormir pode ser uma parte difícil do dia para crianças com transtorno do espectro do autismo e seus pais. Com essas dicas, um sono confortável pode ser uma tarefa muito mais fácil.

Além disso, leia sobre: Autismo: não rotule seu filho como ‘lento’

Aviso Legal: As declarações, opiniões e dados contidos nestas publicações pertencem exclusivamente aos autores e colaboradores individuais e não à Credihealth ou ao (s) editor (es).

Sobre o autor:

Este artigo foi contribuído para Credihealth por Annabelle Carter.

Annabelle Carter Artigos curtos para várias publicações de saúde com um interesse específico na saúde do cérebro. Também trabalha com poucas organizações para fornecer às famílias os melhores recursos para criar e educar uma criança com ASD. Quando não está trabalhando, passa o tempo com sua família ou escreve no papel para seus interesses pessoais. Annabelle é mãe e adora costurar e fazer artesanato com os filhos.



Este artigo foi escrito em Português do Brasil, baseado em uma matéria de outro idioma. Clique aqui para ver a matéria original. Se desejar a remoção desta publicação, entre em contato no email cc@reducaodepeso.com.br.

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