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Os 8 tratamentos mais comuns para doenças neurológicas – Blog Credihealth


Um distúrbio do sistema nervoso do corpo é considerado um distúrbio neurológico. Várias anormalidades no cérebro ou na medula espinhal (como elétrica, estrutural, bioquímica ou elétrica) podem se manifestar em uma variedade de sintomas, como fraqueza muscular, paralisia, convulsões, confusão, dor e má coordenação.

Os distúrbios neurológicos são muitos (mais de 600), dos quais alguns são bastante comuns, enquanto outros são raros na natureza.

Um diagnóstico adequado pode avaliar de que tipo de distúrbio o paciente está sofrendo e, portanto, pode ser tratado de acordo. Aqui estão alguns distúrbios neurológicos:

  • Genes defeituosos que podem causar doenças como distrofia muscular ou doença de Huntington.
  • Problemas no desenvolvimento do sistema nervoso que resultam em espinha bífida
  • Doenças, como acidentes vasculares cerebrais, que ocorrem devido a uma infecção no sangue.
  • Lesões na medula espinhal e no cérebro podem levar a distúrbios neurológicos
  • Doenças degenerativas como a doença de Parkinson e a doença de Alzheimer ocorrem quando as células nervosas são danificadas.
  • Epilepsia, que é um distúrbio convulsivo
  • Tumor cerebral como câncer
  • Infecções como meningite

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Algumas maneiras de cuidar de pacientes com distúrbios neurológicos podem incluir medidas como terapia, controle da dor, mudanças no estilo de vida com medicamentos, neuro-reabilitação e operações.

Aqui estão os 8 tratamentos mais comuns para distúrbios neurológicos:

Mapeamento cerebral nº 1

Essa técnica permite que os médicos removam o máximo possível de tumor cerebral, ao mesmo tempo que reduz o impacto que ele terá nas partes importantes do cérebro que controlam a fala, o movimento e os sentidos, ou seja, sem produzir quaisquer déficits neurológicos permanentes no cérebro. cérebro. paciente. A tecnologia de imagem 3-D torna possível operar com precisão o cérebro, onde os cirurgiões podem concentrar sua dissecção em um grau extremamente pequeno.

Faca gama 2

Ao contrário do seu nome, esta técnica não envolve uma faca. É uma máquina que fornece uma dose única de radiação com foco preciso para o alvo pretendido, sem causar muitos danos ao tecido circundante. Esse tratamento é excelente quando é necessário tratar distúrbios que apresentam anormalidades menores que 3 cm.

É um procedimento extremamente não invasivo que não requer pernoite no hospital.

Cyber-faca nº 3

Esta é uma forma extremamente avançada de radiocirurgia, não invasiva e indolor por natureza. Ele funciona concentrando altas doses de radiação precisamente direcionada que visa destruir tumores dentro do corpo, com um braço robótico enviando os raios focalizados. A flexibilidade do braço robótico permite que ele alcance as áreas do corpo (como a coluna e a medula espinhal) que não podem ser tratadas com outras técnicas.

# 4 estimulação cerebral profunda

A estimulação cerebral profunda (abreviada como DBS) é uma forma de cirurgia cerebral de natureza muito avançada. Foi criado para tratar a doença de Parkinson e, desde então, tem sido usado para tratar distonia, pessoas que sofrem de tremores essenciais e depressão, bem como tremores associados à esclerose múltipla.

Ele funciona como um marca-passo para o cérebro, usando eletrodos implantados dentro dele que enviam sinais elétricos para diferentes partes do cérebro que estão relacionadas a vários distúrbios.

Punção lombar # 5

A punção lombar é um procedimento usado para analisar o líquido cefalorraquidiano. Seu neurologista recomendará este procedimento se sentir que os sintomas são causados ​​por um problema no sistema nervoso que pode ser detectado no líquido cefalorraquidiano.

Nesse processo, uma agulha é inserida na espinha após anestesiar o corpo. Eles pegam uma amostra do líquido cefalorraquidiano e removem a agulha.

# 6 Teste Tensilon

Com a ajuda desse teste, o neurologista pode diagnosticar miastenia gravis. Neste procedimento, seu médico injetará em você um medicamento chamado Tensilon. Após injetar os medicamentos, o médico observará o movimento muscular do paciente.

Nº 7 Eletromiografia (EMG)

Eletromiografia (EMG) é um procedimento que mede a atividade elétrica entre o cérebro ou a medula espinhal e um nervo periférico. Um nervo periférico é encontrado nos braços e nas pernas. É responsável pelo controle muscular durante o movimento e o repouso. Com a ajuda desse teste, um neurologista pode diagnosticar uma doença da medula espinhal, bem como uma disfunção geral dos músculos ou nervos.

# 8 Eletroencefalograma (EEG)

Um EEG é um teste realizado pela aplicação de eletrodos no couro cabeludo do paciente. Este teste pode ajudar a diagnosticar doenças cerebrais, como inflamação, tumores e lesões, bem como convulsões e distúrbios psiquiátricos. Ao contrário de um EMG, um EEG normalmente não causa nenhum desconforto. Esse teste geralmente leva uma hora ou pode ser feito enquanto você dorme.

conclusão

Existem diferentes tipos de distúrbios neurológicos. Seja comum ou crítico, o paciente precisa de tratamento adequado e de um especialista para superar a condição. Para cada tipo de condição, existem diferentes métodos ou procedimentos. No blog anterior, descrevemos oito tratamentos comuns para distúrbios neurológicos. Espero que isso ajude você a entender a importância de cada procedimento.

Além disso, leia sobre: Causas e fatores de risco da epilepsia

Para obter mais informações ou orientação personalizada gratuita, sinta-se à vontade para falar com o especialista da Credihealth pelo telefone +918010994994.

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Este artigo foi escrito em Português do Brasil, baseado em uma matéria de outro idioma. Clique aqui para ver a matéria original. Se desejar a remoção desta publicação, entre em contato no email cc@reducaodepeso.com.br.

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