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O Brasil ultrapassa 4.000 mortes por COVID-19 em um único dia: atualizações do Coronavírus: NPR


Uma vista aérea mostrando um caixão enterrado no cemitério de Vila Formosa em São Paulo, Brasil, no final do mês passado. O Brasil experimentou um número recorde de infecções por coronavírus e mortes por COVID-19 nas últimas semanas.

Miguel Schincariol / AFP via Getty Images


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Uma vista aérea mostrando um caixão enterrado no cemitério de Vila Formosa em São Paulo, Brasil, no final do mês passado. O Brasil experimentou um número recorde de infecções por coronavírus e mortes por COVID-19 nas últimas semanas.

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Uma nova onda de COVID-19 no Brasil está enchendo hospitais e necrotérios conforme o número recorde do país de mortes diárias pela doença se aproxima do pico sombrio para os Estados Unidos em janeiro.

Com menos de dois terços da população dos Estados Unidos, o Brasil registrou cerca de 4.200 mortes na terça-feira. Isso é próximo ao número máximo de mortes diárias nos EUA de 4.476 registradas em 12 de janeiro, de acordo com dados mantidos pela Universidade Johns Hopkins.

O aumento de casos vem em um momento em que o Brasil enfrenta dificuldades uma variante mais fácil de espalhar do vírus que supostamente varreu o país nos últimos meses.

O governo federal do Brasil permitiu que os estados controlassem o vírus, mas o presidente de direita, Jair Bolsonaro, tem sido abertamente hostil a tais restrições, que ele diz ter prejudicado a economia. Seus apoiadores também foram às ruas para protestar contra as medidas de quarentena.

Apoiadores do presidente brasileiro Jair Bolsonaro protestam contra o início de um período de 10 dias de aumento das restrições, incluindo a Páscoa, para ajudar a conter a disseminação do COVID-19, na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, Brasil, no mês passado.

Silvia Izquierdo / AP


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Apoiadores do presidente brasileiro Jair Bolsonaro protestam contra o início de um período de 10 dias de aumento das restrições, incluindo a Páscoa, para ajudar a conter a disseminação do COVID-19, na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, Brasil, no mês passado.

Silvia Izquierdo / AP

Um prefeito local disse à NPR no mês passado, ele recebeu ameaças de morte por instituir o fechamento parcial em sua cidade.

Unidades de terapia intensiva em todo o país estão operando perto de sua capacidade há semanas, e as autoridades alertam que a pandemia está sobrecarregando rapidamente a infraestrutura de saúde. PARA boletim emitido pela instituição de pesquisa médica brasileira Fiocruz disse terça-feira que a letalidade do coronavírus mais que dobrou para 4,2% de cerca de 2% no final de 2020. A Fiocruz atribui o aumento da taxa de mortalidade à incapacidade de diagnosticar casos graves de COVID-19 e hospitais sobrecarregados de forma rápida e correta. Alerta para o “colapso do sistema de saúde”.

Bolsonaro, como o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, há muito minimizou a pandemia e promoveu tratamentos desacreditados, como o antimalárico hidroxicloroquina, que os cientistas disseram ser inútil na prevenção ou tratamento do coronavírus. Também como Trump, o próprio presidente brasileiro já foi infectado com o vírus.

Bolsonaro, um capitão aposentado do exército, completou 66 anosº aniversário no mês passado, aparecendo em frente ao palácio presidencial para cumprimentar seus apoiadores. Diante de uma multidão que aplaudia, ele tirou a máscara e acusou os governadores e prefeitos de impor medidas de quarentena.

“Alguns tiranos mesquinhos ou tiranos atrapalham a liberdade de muitos de vocês”, disse Bolsonaro à multidão.

Na terça-feira, Bolsonaro criticou novamente os bloqueios, sugerindo sem evidências que eles causaram obesidade e depressão, o BBC relatado.

Enquanto isso, o governo do Brasil tem demorado a adquirir vacinas que salvam vidas, já que Bolsonaro foi acusado de politizar o processo de vacinação.

O Brasil fica atrás de muitos outros países no percentual de seus cidadãos vacinados contra o coronavírus, com menos de 3% totalmente vacinados, de acordo com a Bloomberg.

Embora vários países da América do Sul tenham taxas de inoculação igualmente baixas até o momento, o Chile apresenta um contraste marcante, com 21,5% de sua população totalmente vacinada.



Este artigo foi escrito em Português do Brasil, baseado em uma matéria de outro idioma. Clique aqui para ver a matéria original. Se desejar a remoção desta publicação, entre em contato no email cc@reducaodepeso.com.br.

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