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Experimente a vacina MMR para ajudar a prevenir COVID-19


SEXTA-FEIRA, 4 de setembro de 2020 (HealthDay News) – Um novo ensaio clínico tentará determinar se o sarampo, caxumba e a vacina contra rubéola (MMR) pode proteger os profissionais de saúde da infecção por COVID-19.

Centenas de milhões de pessoas receberam o Vacina MMR desde que foi desenvolvido há quase 50 anos. Geralmente é administrado a crianças antes dos 6 anos de idade. Evidências crescentes sugerem que a vacina também pode prevenir COVID-19.

“Sabemos que a vacina MMR é segura e acreditamos que há duas razões principais para ela prevenir a COVID-19”, disse o pesquisador Dr. Michael Avidan, chefe do departamento de anestesiologia da Escola de Medicina da Universidade de Washington em São Luís. .

“A primeira é que esta vacina inclui pequenas quantidades de vírus do sarampo, caxumba e rubéola vivos, mas gravemente enfraquecidos”, explicou Avidan em um comunicado à imprensa da universidade. “Este tipo de vacina parece fortalecer a resposta imunológica do corpo às infecções em geral, não apenas aos vírus dessa vacina em particular.”

A vacina MMR também pode funcionar porque protege contra vírus semelhantes ao coronavírus. Os pesquisadores acreditam que os anticorpos produzidos contra a vacina MMR também podem combater o SARS-CoV-2 (o vírus que causa o COVID-19).

Além disso, os pesquisadores esperam que a vacina MMR possa tornar os casos de COVID-19 mais leves.

O teste é financiado por uma doação de US $ 9 milhões da Fundação Bill e Melinda Gates, Wellcome Trust, Mastercard e outros doadores públicos e filantrópicos.

Os pesquisadores esperam inscrever até 30.000 profissionais de saúde em todo o mundo. Os participantes serão selecionados aleatoriamente para receber a vacina MMR ou um placebo.

A maioria das pessoas recrutadas para o ensaio receberá uma dose de reforço, visto que provavelmente receberam a vacina quando crianças. Mas em alguns países onde a vacina MMR não é amplamente administrada, os profissionais de saúde podem estar recebendo a vacina pela primeira vez, observaram os pesquisadores.

Os países envolvidos no estudo incluem Canadá, Gana, Irlanda, África do Sul, Uganda, Reino Unido, Estados Unidos, Zâmbia e Zimbábue.

Cada participante do estudo será acompanhado por cinco meses e todo o estudo deve durar cerca de um ano, disseram os pesquisadores. Cientistas da University College London (UCL) coletarão os dados do ensaio.





Este artigo foi escrito em Português do Brasil, baseado em uma matéria de outro idioma. Clique aqui para ver a matéria original. Se desejar a remoção desta publicação, entre em contato no email cc@reducaodepeso.com.br.

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