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A taxa de depressão é o triplo dos níveis pré-COVID


QUARTA-FEIRA, 2 de setembro de 2020 (HealthDay News) – Como o coronavírus A pandemia se espalhou pelos Estados Unidos, então tem uma epidemia de depressão, mostra um novo estudo.

Desde o pandemia começou, a prevalência de sintomas de depressão praticamente triplicou, e os pobres que perderam seus empregos e economias são os mais atingidos, relatam os pesquisadores.

“Pessoas com renda mais baixa têm duas vezes mais chances de ter depressão, e pessoas com a mesma renda, mas com menos poupança, têm 1,5 vez mais chances de ter depressão”, disse a pesquisadora principal Catherine Ettman, diretora de desenvolvimento. estratégia da Escola Pública da Universidade de Boston. Saúde.

“Ficamos surpresos com os altos níveis de depressão”, disse ele. “Essas taxas foram maiores do que as que vimos na população em geral após outros traumas de grande escala, como 11 de setembro e o furacão Katrina.”

A atual pandemia não é apenas um evento. Com COVID há medo, ansiedade e dramáticas consequências econômicas, especialmente entre as pessoas com menos recursos, disse Ettman.

“Isso exige que prestemos atenção aos problemas de saúde mental que estão surgindo agora e que precisarão de atenção nos próximos meses e anos”, disse ele.

Para o estudo, os pesquisadores usaram uma pesquisa com mais de 1.400 pessoas com mais de 18 anos que completaram o COVID-19 e a pesquisa Impacto dos Estressores da Vida na Saúde Mental e Bem-estar, realizada de 31 de março a 13 de abril.

Esses dados foram então comparados com dados de mais de 5.000 pessoas que participaram da Pesquisa Nacional de Exame de Saúde e Nutrição de 2017 a 2018.

Desde a pandemia, 25% dos entrevistados relataram estar ligeiramente deprimidos, em comparação com 16% antes da pandemia. Quinze por cento estavam moderadamente deprimidos, em comparação com 6% antes da pandemia.

Havia 8% com moderadamente Depressão severa, em comparação com 2% antes do COVID-19 e 5% com depressão grave, em comparação com menos de 1% antes do COVID-19.

O risco de sintomas de depressão era maior entre pessoas com menos de US $ 5.000 em economias, descobriram os pesquisadores.

Ettman acredita que, além de maior acesso aos cuidados de saúde mental, programas que mantenham a cabeça das pessoas à tona financeiramente são necessários para garantir que eles tenham os recursos para enfrentar esses tempos.





Este artigo foi escrito em Português do Brasil, baseado em uma matéria de outro idioma. Clique aqui para ver a matéria original. Se desejar a remoção desta publicação, entre em contato no email cc@reducaodepeso.com.br.

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